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Tragédia com avião da Chapecoense mata 71 na Colômbia

Aeronave, que seguia para Medellín, onde equipe iria disputar a final da Copa Sul-Americana, transportava 77 pessoas. Informações iniciais anunciam que há seis sobreviventes

Serviços de emergência trabalham no lugar do acidente. Captura da Televisão de Antióquia.
Um avião que transportava a delegação do clube de futebol Chapecoense sofreu um acidente na madrugada desta terça do Brasil quando se aproximava do aeroporto José María Córdova, na cidade de Medellín, na Colômbia. A aeronave, da companhia boliviana LAMIA, tinha 71 pessoas a bordo, entre membros da equipe, jornalistas e membros da tripulação. Até o momento, o Governo colombiano afirma que seis pessoas foram resgatadas com vida. O jogador Alan Ruschel foi a primeira vítima a chegar no hospital de La Ceja, a localidade mais próxima do ocorrido, segundo relato da agência EFE, para onde parte dos feridos foi transportada.
A aeronave, com matrícula CP2933, deveria ter pousado em Medellín às 21h33 (0h33 pelo horário de Brasília), mas perdeu contato com a torre de controle quando sobrevoava o município de La Ceja. O plano inicial era que o voo fretado pelo time sairia do aeroporto de Guarulhos, mas a Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) não autorizou,pois afirmou que o acordo com a Bolívia, país originário da companhia aérea Lamia, não prevê operações como a solicitada. Segundo a agência, o pedido da companhia ao órgão brasileiro foi feito na sexta-feira, dia 25, e a Anac o respondeu no dia 27, domingo, véspera do voo previsto, informa a repórter Talita Bedinelli. Com isso, o time embarcou de Guarulhos, às 15h15 de segunda-feira, em um voo comum da companhia Boliviana de Aviación até Santa Cruz de la Sierra, na Bolívia, onde embarcou no voo fretado da Lamia, rumo a Medellín.
Segundo o primeiro comunicado do aeroporto de Medellín, a aeronave relatou “falhas elétricas”. As autoridades ativaram um plano nacional de emergências. O aeroporto Córdova, que havia anunciado inicialmente o desaparecimento da aeronave, informou que o lugar do acidente só pode ser acessado por via terrestre, “devido às condições climáticas”. O prefeito do Medellín, Federico Gutiérrez, informou pelo Twitter que se dirigia para o local. “É uma verdadeira tragédia o que aconteceu esta noite", disse o prefeito. “Oferecemos toda a colaboração técnica e humana para atender este acidente.” As autoridades solicitaram à população que, dadas as más condições climáticas e do terreno, não se dirijam ao local da queda. “Solicita-se à comunidade se abster de ir ao local do acidente, para evitar um colapso. Organismos de emergência trabalham conjuntamente.”A equipe da Associação Chapecoenese de Futebol, de Chapecó (SC), viajava para disputar nesta quarta-feira o jogo de ida da final da Copa Sul-Americana, contra o Atlético Nacional – seria a partida mais importante da história do time catarinense. A equipe local manifestou solidariedade através das redes sociais, e a Conmebol divulgou nota informando a suspensão da final. A última imagem que se tem da equipe é um vídeo publicado no seu perfil do Facebook, onde alguns jogadores aparecem esperando o embarque.A Chapecoense publicou uma nota no Facebook dizendo que não faria declarações oficiais enquanto as autoridades colombianas não prestassem todas as informações disponíveis.O acidente da Chapecoense evoca outras tragédias similares sofridas por equipes de futebol. Em 1949, o avião no qual a equipe italiana do Torino voltava de um jogo em Lisboa caiu, matando 42 pessoas, entre elas quase todo o elenco. Onze anos depois, outro acidente envolveu a aeronave que trazia o Manchester United de Munique. Oito jogadores, dois dirigentes e o técnico morreram. Sobreviveram sete atletas, entre eles Bobby Charlton, lenda do United.Até o momento, há a confirmação de seis pessoas resgatadas com vida. Entre elas dois tripulantes, três jogadores e um jornalista.
fonte:elpaís
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