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Dilma sugere que Marina 'vira casaca' quando é pressionada




















A presidente Dilma Rousseff (PT) sugeriu neste sábado, em evento com mulheres em São Paulo, que sua principal adversária nas eleições de outubro, a ex-senadora Marina Silva (PSB), é “vira-casaca” e sofre pressões constantes para mudar de opinião. A petista não citou Marina nominalmente, mas fez referência à candidata, a exemplo do que fizera na última quinta-feira, em Recife, tendo como pano de fundo as mudanças que Marina fez, em poucos dias, em seu plano de governo –como a retirada de pontos defendidos pela comunidade LGBT, por exemplo.
Presidente encontrou a militância feminina na Sé, região central de São Paulo“Não somos vira casaca; isso não somos. Quando você tem um lado, você tem que lutar por ele”, disse Dilma, que citou sua militância contra o regime militar e chamou ao palco três outras militantes que ficaram presas com ela durante a ditadura.“Não pode mudar de posição todos os dias – se pressionar você, pode pressionar, mas não pode mudar de posição. Ou tem convicção naquilo que diz que faz, naquilo em que acredita, ou você não tem força para lutar nem para conquistar. Não é possível defender uma coisa hoje de manhã e mudar (de opinião) à tarde só porque te pressionaram. Se tem alguém que é pressionado nesse país é o presidente ou a presidente da República”, concluiu.
No discurso à militância feminina, Dilma citou percentuais de participação feminina em programas do governo federal, como as 57% de participantes do Programa Nacional de Acesso ao Ensino Técnico (Pronatec). A presidente ainda fez declarações, em tom de alerta, para a possibilidade de mudança de políticas públicas em caso de mudança de governo. Em relação a isso, opinou, por exemplo, em relação a um suposto risco de extinção da Secretaria de Política para as Mulheres –cuja titular, Eleonora Menecuti, estava no evento.Dilma aproveitou o discurso para prestar homenagem a mulheres que, como ela, foram presas e torturadas durante a ditadura militar no país. “Naquela época, lutar pelos direitos do povo dava cadeia”, declarou.
A petista chamou ao palco algumas dessas militantes, presas com ela no presídio em Tiradentes (MG), e agradeceu o apoio que, “ao longo da minha vida, elas sempre me deram”. “Elas são tímidas, apesar de serem mulheres muito fortes, de terem sido presas e torturadas. Elas fazem parte da minha vida; elas são uma parte de mim”, encerrou.
Na saída do evento, a presidente, ao lado do candidato ao governo, Alexandre Padilha, e ao Senado, Eduardo Suplicy, falou rapidamente com militantes que ficaram do lado de fora, na rua Tabatinguera, e foi embora.


Fonte Terra
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