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Jovem morre eletrocutada quando andava na av. presidente Kennedy

Testemunha passava pelo local e presenciou o momento em que Ana Carolina sofreu a descarga elétrica. A morte da jovem Ana Carolina de Oliveira Silva, 21 anos, que causou comoção, ainda atrai a curiosidade de muitas pessoas que passam pela avenida Presidente Kennedy, zona leste.


Ela morreu eletrocutada na noite de ontem (10) em frente a empresa, Kennedy Eventos, quando passava entre um poste e uma cerca de ferro.

Reprodução TV Cidade Verde



Segundo testemunhas, a vítima passou aproximadamente 10 minutos em chamas. A professora Inês Andrade, que fazia caminhada no passeio central da avenida, disse que o fato ocorreu por volta das 18h30.

A testemunha conta que Ana Carolina foi vítima de uma descarga elétrica, originada dos fios e, por pouco, a criança com quem ela andava não foi atingida.

"A menina foi arremeçada durante o choque. Várias pessoas que passavam tentaram ajudar. Tiraram extintores dos carros para apagar o fogo, mas as chamas não diminuíam. No mesmo momento faltou energia e o trânsito ficou engarrafado", diz a professora.

Ela tinha saído para sair ao hipermercado comprar uma bicicleta para dar de presente à filha de 3 anos no dia das crianças.


O velório de Ana Carolina acontece na casa da família, no bairro Planalto Ininga e várias pessoas compareceram ao local.


No velório, familiares e amigos bastante comovidos, não sabem explicar o que realmente aconteceu e pedem explicações da Eletrobras.

Antonio Sousa Silva, pai da vítima, estava em Piripiri quando soube da notícia. Ana Carolina era a mais nova de quatro filhos. "Está sendo tudo muito triste. Ela era uma menina muito alegre, uma pessoa que queria viver", declarou o pai.


O advogado da família, Antonio de Pádua, afirmou que acionará judicialmente a empresa. Ele afirma que a descarga partiu do poste. "A Eletrobras devia ter mudado aquele poste. Como ela não fez, assumiu a responsabilidade. Lá havia um fio de alta tensão, tinha um isolador de metal. Não só como advogado, mas como amigo da família, vou lutar para que a Eletrobras seja responsabilizada pelas crianças", declarou.

Ainda segundo ele, a empresa deve pagar a passagem do marido da vítima, que estava trabalhando em Minas Gerais. "Eu conversei com a assistente social da Eletrobras e ela disse que só estava autorizada a ajudar no velório. Mas isso não é suficiente", afirmou.

O advogado acredita que a descarga tenha sido de 1.500 Volts e que as chamas chegaram a 5 metros de altura. O poste ficou completamente carbonizado.


A irmã de Ana Carolina, Maria Sandra de Oliveira Silva, disse que a família não vai aceitar a morte sem explicação. "Nós não vamos aceitar que minha irmã tenha morrido desse jeito. A gente quer que eles expliquem. Estamos inconformados. Minha irmã estava indo comprar uma bicicleta para minha sobrinha e acabou desse jeito. Ela foi uma grande mulher porque na hora do choque ainda conseguiu jogar o bebê para que ele não se queimasse", relatou.


Ampliada às 10h04


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Flash de Carlos Lustosa Filho
Redação de Leilane Nunes
redacao@cidadeverde.com
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