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sábado, 6 de agosto de 2011

Merendeira de escola coloca veneno de rato na comida dos alunos

Reproduzo o texto abaixo, de Maria Angélica Olieira para o site G1, para que os leitores reflitam um pouco sobre esse  animal que denominamos humanos e que é capaz de tudo. Os psicólogos e psicanalistas buscam explicações porque o humano não pode conceber algo sem sentido. Tudo tem que ter um sentido.

Mas a verdade é que o humano normal é capaz de cometer as maiores atrocidades. Os "outros" não admitem que os normais pratiquem atos cruéis. Se admitirem, são obrigados a se colocarem também como capazes de tais atos. Não querem admitir que o "inferno" está dentro de nós, ou somos nós, também. O caso dessa merendeira que envenenou a comida servida na escola parece se encaixar bem como exemplo.



Merendeira confessa ter envenenado comida em escola do RS, diz polícia


Mulher misturou creme de leite a veneno de rato ao preparar estrogonofe.


Segundo delegado, ela não soube explicar o motivo do crime.


Uma merendeira confessou ter colocado veneno de rato no estrogonofe servido na Escola Estadual Pacheco Prates, em Porto Alegre, segundo a Polícia Civil.


O episódio aconteceu na quarta-feira (4). Vinte e duas crianças e 16 adultos almoçaram o prato servido e foram levados a um posto de saúde. A Secretaria de Educação informou, anteriormente, que as pessoas passavam bem.


Nesta quinta (5), a funcionária foi ouvida e confessou ter envenenado a merenda. Ela vai responder por tentativa de homicídio qualificado. A polícia pediu a prisão preventiva da merendeira, que trabalhava na escola desde o dia 11 de julho.


De acordo com o delegado Cleber Santos de Lima, ela não soube explicar o motivo do crime, afirmou que não tinha inimigos na escola e que, no momento em que preparava o estrogonofe, teve vontade de envenenar a comida.
Estrogonofe foi servido para alunos e professores;

polícia encontrou pacotes vazios de veneno de rato

(Foto: Polícia Civil/Divulgação)


"Ela disse que misturou, junto com o creme de leite, dois pacotes de veneno de rato. Esse veneno estava lá porque a escola passou por uma reforma. (...) Duas merendeiras estavam fazendo o almoço e uma precisou ir ao posto de saúde. A indiciada aproveitou, colocou veneno e serviu o almoço", contou o delegado.


A mulher foi liberada porque não houve flagrante. A polícia aguarda o laudo técnico dos exames realizados nas pessoas que comeram o estrogonofe.
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