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ASSASSINATO: Dançarino da Bala de Prata é assassinado em Pernambuco

Kaio estava em casa acompanhada da esposa, quando um homem adentrou a residência e o alvejou com três disparos de arma de fogo.
O dançarino Kaio Kennedy, 24 de anos, da banda de forró picoense, Bala de Prata foi brutalmente assassinado nesta quinta-feira (28), no bairro Lagoa do Barro, Araripina – PE.

De acordo com as informações preliminares, o dançarino estava em casa acompanhada da esposa, quando um homem adentrou a residência e o alvejou com três disparos de arma de fogo. Kaio não resistiu os ferimentos e acabou falecendo.

Segundo informações da polícia pernambucana até o momento não se sabe os verdadeiros motivos do assassinato, pelas primeiras informações não se tem notícias  que o dançarino teria inimigos na cidade.

A informação foi confirmada pelo um integrante da banda, Pedrinho, que confirmou o fato.

Portal O Povo

Acidente de motocicleta com vítima fatal custa R$ 280 mil

De 2009 até junho deste ano foram registrados 2.063 acidentes com motocicletas em rodovias federais
Cada acidente de motocicleta com vítima fatal custa aos cofres públicos do Piauí cerca de R$ 280 mil. É o que aponta um levantamento feito pelo Departamento Nacional de Trânsito (Denatran) e pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (IPEA),
apresentado nesta quarta-feira, dia 27, em evento na Associação Piauiense dos Municípios (APPM) em Teresina.
De 2009 até junho deste ano foram registrados 2.063 acidentes somente nas rodovias federais envolvendo motocicletas. Exatas 246 morreram, 975 pessoas ficaram feridas gravemente e 1.187 motociclistas ficaram feridos levemente. Na maioria dos casos os acidentes foram ocasionados por imprudência. Se contabilizadas as ocorrências nas vias municipais, rodovias estaduais e federais do Piauí, em todo o ano de 2010 mais de sete mil motocicletas estiveram envolvidas em acidentes. Os homens são as maiores vítímas, com 1.054 mortes, enquanto foram registradas 179 mortes com pessoas dos sexo feminino.
Quanto mais acidentes com vítimas o Estado apresentar, maior é o custo. A Composição de Custos dos Acidentes de Trânsito nas Aglomerações Urbanas Brasileiras, feita pelo Ipea, leva em conta a perda de produção, danos à propriedade, custo médico-hospitalar e outros custos, como a previdência social. A perda de produção considera, por exemplo, o que uma vítima fatal, que trabalhava, vai deixar de produzir.
Especificando mais os custos, são levados em conta ainda fatores como resgate e reabilitação de vítimas, danos a veículos, danos a mobiliário urbano, à sinalização de trânsito, à propriedade de terceiros, além de processos judiciais, congestionamentos, custos previdenciários, remoção de veículos, outro meio de transporte, atendimento policial, agentes de
trânsito e impacto familiar.
De acordo com o inspetor da Polícia Rodoviária Federal (PRF) no Piauí, Ciro Ricardo Araújo, a situação torna-se dramática a cada dia, pois os motociclistas não usam os equipamentos obrigatórios de proteção e não possuem noção dos prejuízos econômicos e sociais dos acidentes de trânsito. "Além disso, tem um fator chamado imprudência que tem vitimado fatalmente
milhares de pessoas. A sociedade não chega a perceber isso tão sensivelmente porque os acidentes estão espalhados pelo país inteiro. Mas a situação é crítica", comenta.
Nacionalmente, quando analisados os custos sociais e econômicos de cada acidente, as cifras são ainda mais assustadoras. Calcula-se que o número de vítimas fatais em rodovias brasileiras chega a ser equivalente à queda de um avião comercial por dia, sem sobreviventes. De acordo com a pesquisa do Ipea, o custo total dos acidentes em rodovias chega a R$ 24,6 bilhões, sendo que nas rodovias federais estima-se um gasto de R$ 8,1 bilhões e nas estaduais esse número chega a R$ 16,5 bilhões em todo o país. A pesquisa constatou, ainda, que o custo médio do acidente com feridos fica em torno de R$ 90 mil no país e com vítimas fatais esse valor chega a R$ 421 mil.
Uma pessoa morre por dia em acidente de moto na região sul do Piauí
Os municípios localizados na região de São João do Piauí, sul do Estado, retratam bem a situação caótica em que o trânsito e,
especialmente, os motociclistas se encontram. Nesta região, em média, morre uma pessoa por dia em decorrência de acidentes com motocicletas. Na avaliação do diretor geral do Departamento Estadual de Trânsito (Detran), José Vasconcelos, "a situação do trânsito no Estado é de guerra".
"Temos que enfrentar essa guerra. A conscientização é apenas uma batalha que deve ser encarada por todos. Só assim poderemos diminuir os acidentes de trânsito no interior do Estado. Muitas pessoas morrem todos os dias por conta dos acidentes", disse, acrescentando que 60% dos leitos ocupados do Hospital de Urgência de Teresina (HUT) são de vítimas de acidentes de motocicletas.
A superintendente da Strans (Superintendência Municipal de Trânsito), Alzenir Porto, defendeu ações conjuntas entre o poder
público e os gestores municipais para combater a violência no trânsito. "A capital não tem como fiscalizar todo o interior, então a melhor solução é que as próprias cidades fiscalizem e acompanhem seus motoristas. Assim só quem ganha são os próprios municípios, que crescem de maneira ordenada. São medidas simples a serem adotadas, como o uso de capacete pelos motociclistas", disse.
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